A religião, em sua essência, deveria aproximar o ser humano da esperança, da paz e da liberdade espiritual. No entanto, em determinados contextos, ela deixa de ser um caminho de crescimento interior e passa a funcionar como um sistema sustentado pelo medo. Nesse modelo, a permanência do indivíduo não ocorre apenas por convicção, mas também pelas consequências emocionais, sociais e espirituais associadas ao ato de questionar ou sair.






